GOVERNO DE SP

Estado de São Paulo: preparação, investimento e foco para a retomada

Com crescimento do PIB acima da média nacional, vice-governador do estado afirma que São Paulo está colhendo os resultados de escolhas feitas no começo da pandemia de Covid-19


2022-05-25T18:00:00




Rodrigo Garcia, Governador do Estado de São Paulo, evidencia a preparação de São Paulo para enfrentar os novos desafios em um mundo VUCA
Rodrigo Garcia, Governador do Estado de São Paulo, evidencia a preparação de São Paulo para enfrentar os novos desafios em um mundo VUCA
Com a pandemia de Covid-19, o mundo passou por transformações que exigiram respostas ágeis, portanto especialistas associaram esse movimento ao conceito de mundo VUCA (em português: volátil, incerto, complexo e ambíguo). O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, acredita que, com as medidas adotadas em resposta à pandemia, o estado está no caminho certo para a retomada das atividades com boas expectativas para a população. 

"São Paulo enfrentou a pandemia preservando a vida e seguindo a ciência. Colhemos o resultado destas escolhas", afirma o vice-governador que destaca que o PIB (Produto Interno Bruto) do Estado cresceu mais que o PIB do Brasil. A economia de São Paulo cresceu cinco vezes mais que a do Brasil, com PIB (Produto Interno Bruto) acumulado de 7,5% de 2019 até o terceiro trimestre de 2021, segundo a Fundação Seade. Para isso, o governo enfrentou desafios, que, segundo Garcia, continuarão a ser saúde coletiva e emprego, especialmente em países que precisam rapidamente produzir conhecimento, ciência, educação para gerar empregos e ocupações de qualidade.
 
Esses desafios, que se resumem a criar empregos e manter a circulação da economia, estão sendo, de acordo com Rodrigo, enfrentados com resultados positivos. "O governo hoje recuperou a sua capacidade de investimentos e tem oito mil obras em andamento, gerando 200 mil empregos diretos, fora a atração de investimentos privados", defende.
 
De acordo com o governador de São Paulo, um instrumento importante no momento de retomada econômica é a instituição financeira do governo do Estado de São Paulo, Desenvolve SP (Agência de Desenvolvimento Paulista). A instituição oferece crédito e apoio aos pequenos empreendedores paulistas e também para o setor público. "Além disso, a Desenvolve SP busca parcerias para crédito junto às instituições financeiras de fomento de outros países. Recentemente, fechou com a Alemanha um acordo para R$ 30 milhões somente para projetos em inovação e tecnologia. Ele é um caminho alternativo para quem busca crédito para atividades ou projetos públicos focados na sustentabilidade social e ambiental", explica.
 
O reflexo desses investimentos internacionais é o crescimento do PIB. "Boa parte do sucesso de São Paulo na atração de investimentos privados internacionais, a instalação de novas empresas ou a participação em projetos públicos de players externos ocorre devido ao ativismo econômico do governo e equipe e a instalação de escritórios do Governo de São Paulo no exterior", argumenta.
 
Paralelo às transformações econômicas - geradas pelas incertezas e adaptações que a pandemia impôs -, o protagonismo humano foi ganhando mais destaque. Garcia observa que a pandemia evidenciou que o comportamento de um indivíduo tem impacto direto no outro. "É assim que entendo o protagonismo humano como parte da construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Cabe ao governo contribuir com instrumentos para que a sociedade seja protagonista da sua própria história", defende Rodrigo Garcia.
 
São Paulo e o agronegócio
 
O Estado de São Paulo figura como um corredor logístico de exportação no escoamento de produção agrícola do país. Rodrigo Garcia explica que quase 80% da produção paulista passa por algum processo de transformação no parque industrial agrícola de São Paulo, uma vez que o estado é um centro de agregação de valor. "Um bom exemplo é a indústria sucroalcooleira. Hoje, produzimos energia, plásticos a partir de subprodutos da cana. Produzir tecnologia agrícola é um grande ativo de São Paulo", afirma o vice-governador de São Paulo.
 
De modo a incentivar o setor do agronegócio, o estado busca financiar e apoiar a produção de conhecimento e inovação. "As universidades têm orçamento próprio e recursos garantidos por lei, o mesmo ocorre com a Fapesp, que tem orçamento na casa dos mais de R$1 bilhão por ano. Os institutos de pesquisa da Secretaria de Agricultura, parte da história da ciência agrícola no país, como o Instituto Agronômico de Campinas, o Instituto Biológico, o de Zootecnia, receberam nesta gestão investimentos de mais de R$ 50 milhões, fora o seu orçamento anual", conta.
 
O governador acrescenta que o governo tem duas estratégias para incentivar o crescimento do setor: dinheiro para a produção de conhecimento e inovação e infraestrutura logística para o escoamento do agronegócio. No mais, o DNA empreendedor do paulista garante o desenvolvimento do Estado e com sucesso", finaliza o vice-governador de São Paulo.